Os ingressos do on-sale para os seus fãs, não para os bots
Fila virtual que ordena a avalanche, limites por comprador, ingressos nominais e um QR dinâmico que expira e se regenera: cada camada existe para que revender fora do seu circuito não valha a pena. A fraude não se elimina com uma única barreira: ela fica tão cara que deixa de compensar.
O on-sale esgota em minutos e metade da casa está na revenda.
Sem proteção
- Os bots abocanham o on-sale antes de o fã chegar à fila
- Prints de tela são revendidos como ingressos de verdade
- O ingresso ao portador acaba pelo triplo do preço na porta
- Os duplicados são descobertos na portaria, com a fila formada
- O chargeback chega semanas depois do evento
Com as camadas de proteção
- A fila virtual distribui o acesso e corta a automação
- O QR gira: o print expira antes de chegar à porta
- O ingresso nominal só entra com o titular ou transferido oficialmente
- Cada QR é validado uma única vez, online ou offline
- Os limites por comprador barram a acumulação
Cinco camadas entre a fraude e a sua bilheteria
Fila virtual
No on-sale forte, os compradores entram em ordem, com identidade de sessão, em vez de bater no sistema ao mesmo tempo. A avalanche deixa de ser o vetor de ataque.
QR dinâmico
O código gira a cada poucos segundos: o print que alguém revende expira antes de ser usado. O ingresso vive no celular do titular.
Ingressos nominais
Cada ingresso tem nome. Trocar de titular só funciona pelo canal oficial, com rastreabilidade; o QR anterior morre na transferência.
Limites por comprador
Máximo de ingressos por pessoa, por método de pagamento e por evento, com os limites que você definir. Acumular para revender deixa de ser trivial.
Validação única
Um QR entra uma vez. A segunda tentativa é recusada na porta com o motivo na tela, mesmo sem sinal: o controle funciona offline.
Revenda que morre lá fora
A única transferência válida é a do circuito oficial, com as suas regras e o seu teto de preço. O que foi comprado por fora não vale nada, e o público aprende rápido.
O bot compra em milissegundos. Seu sistema tem que decidir mais rápido.
Cada ingresso revendido por fora é um fã queimado e um dado perdido
O dano do cambismo não é só o sobrepreço: é o fã que paga o triplo e culpa o produtor, o menor de idade que fica de fora com um print falso e a fila de ocorrências na portaria. Com as camadas ativadas, o ingresso só vale na mão do titular e a demanda extra volta para o seu circuito de revenda controlada, com a sua taxa.
A proteção atravessa todo o ciclo do ingresso
Da compra à portaria, cada módulo entra com a sua camada.
O que nos perguntam sobre o antifraude
Como vocês param os bots num on-sale?+
Com a fila virtual como primeira camada: o acesso à compra é distribuído de forma ordenada por sessão, o que quebra a vantagem da automação, e os limites por comprador cortam a acumulação. Não publicamos o detalhe dos sinais internos, por razões óbvias.
O que impede revender um print de tela?+
O QR gira a cada poucos segundos. A imagem estática que alguém vende pelo WhatsApp já expirou quando chega à porta.
Os ingressos nominais não complicam a entrada?+
Não: o titular entra com o QR normal dele. O que muda é que transferir o ingresso só funciona pelo canal oficial, então o nome na porta sempre bate.
E se o fã de verdade não puder ir?+
Ele transfere o ingresso pelo canal oficial — troca de nome e QR novo — ou coloca na revenda controlada com as suas regras. A flexibilidade legítima não é sacrificada.
Funciona sem sinal na portaria?+
Sim, a validação única funciona também offline e sincroniza quando a conexão volta.
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