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DesportoDisponível

O adepto é do clube, não da plataforma de bilhética

Bilhetes de época com lugar fixo, bilhetes por jogo sobre o mesmo mapa do estádio, acessos por portas e setores, e revenda nominal para que o lugar vazio do titular volte a vender-se. Cada adepto que passa pela bilheteira soma histórico para o clube, não para uma plataforma.

O problema

O bilhete de época num sistema, o avulso noutro e o adepto em nenhum.

Com a gestão clássica

  • O bilhete de época e o avulso vivem em sistemas distintos
  • O lugar do titular que não vem fica vazio e sem receita
  • A revenda dos grandes jogos foge para o mercado negro
  • Os acessos por portas e setores gerem-se com listagens
  • O clube não sabe quem se senta no próprio estádio

Com a plataforma do clube

  • Época e bilhete por jogo sobre o mesmo mapa e o mesmo inventário
  • O titular liberta o lugar e o clube revende-o com as suas regras
  • Revenda nominal: bilhete com nome e QR regenerado
  • Cada porta e setor com a sua permissão e o seu contador em direto
  • O histórico do adepto fica no clube
O que resolve

Do bilhete de época de agosto ao play-off de maio

Bilhetes de época

Lugar fixo sobre o mapa real do estádio, renovação época após época e cartão digital no telemóvel do titular.

Bilhetes sobre o mesmo mapa

O jogo avulso vende-se sobre os lugares que a época não ocupa: um único inventário, sem vendas duplicadas.

Libertação de lugar

O titular que não pode ir liberta o lugar pelo canal oficial e o clube põe-no à venda com as suas regras e a sua comissão.

Acessos por portas e setores

QR dinâmico com permissões por porta, setor e topo, e ocupação em direto de cada um. A bancada visitante, controlada à parte.

Revenda nominal

Bilhetes com nome, mudança de titular pelo canal oficial e QR regenerado: o grande jogo não acaba no passeio.

O adepto com histórico

A que jogos vem, quando compra e o que consome: a base para renovar épocas e encher os jogos de menor procura.

A época inteira — bilhete de época, jogo e estádio — no mesmo sistema.

Para o clube

Um estádio cheio não é sorte: é informação

O clube conhece os sócios pelos dados do bilhete de época, mas não sabe quem compra o bilhete avulso nem quem deixa o lugar vazio. Com época, bilhete e acessos no mesmo sistema, cada lugar tem nome, cada ausência é uma oportunidade de revenda e cada renovação apoia-se nos dados do ano inteiro, não numa carta em junho.

Integra-se na sua operação

A jornada completa, do acesso à análise

O mesmo sistema para o jogo do campeonato e para o concerto de verão.

Venda e épocasÉpoca, jogo avulso e packs sobre o mesmo mapa.
Controlo de acessosPortas, setores e lotação em direto com QR dinâmico.
RevendaNominal, com as suas regras e a sua comissão.
AnalyticsAssistência real por jogo, setor e perfil do adepto.
Perguntas frequentes

O que nos perguntam os clubes

Os bilhetes de época usam o mapa real do estádio?+

Sim. A época reserva o seu lugar sobre a planta real, e o bilhete por jogo vende-se sobre os lugares livres do mesmo mapa. Um único inventário, sem vendas duplicadas.

O que acontece ao lugar do titular que não vem?+

Pode libertá-lo pelo canal oficial: o clube revende-o com as suas regras e a sua comissão, e o titular recebe o que o clube decidir. O lugar vazio deixa de ser receita perdida.

A revenda é nominal?+

Sim: mudança de titular pelo canal oficial, QR regenerado e teto de preço se o clube o fixar. O bilhete do dérbi não acaba no passeio ao triplo do preço.

Serve para os restantes eventos do estádio?+

Sim: concertos, outros desportos e eventos corporativos usam o mesmo mapa, os mesmos acessos e a mesma análise.

Que dados me ficam de cada jornada?+

Assistência real por setor, quem veio e quem não veio, ritmo de venda e, com cashless, o consumo. A renovação das épocas apoia-se no ano inteiro.

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