Os seus sócios já vêm todas as semanas. Dê-lhes um cartão que faça mais
Universidades, escolas e associações partilham o mesmo problema: gente que entra diariamente, paga coisas pequenas e assiste a eventos, com três sistemas distintos que não falam entre si. Aqui é um só cartão digital. Acessos de sócios, carteira sem numerário e venda de eventos, sobre a mesma plataforma.
Três sistemas para a mesma pessoa: a porta, a caixa e o evento.
Com sistemas separados
- A porta da biblioteca não sabe se a matrícula está em dia
- A cafetaria do campus lida com numerário e trocos
- O evento do clube vende-se numa plataforma alheia
- A assiduidade real dos sócios não é medida por ninguém
- Cada sistema tem o seu cartão, a sua lista e o seu suporte
Com a plataforma de comunidade
- O acesso valida a matrícula no momento de entrar
- A carteira cashless elimina o numerário do recinto
- Os eventos vendem-se no seu próprio canal, à sua comunidade
- A assiduidade e o consumo ficam medidos por sócio
- Um único cartão digital para tudo, no telemóvel
A operação diária de uma comunidade com sede
Acessos de sócios
O cartão digital valida a matrícula ou a inscrição no torniquete ou no telemóvel do pessoal: em dia, entra; caducada, aviso. Com lotação e horários se o espaço precisar.
Carteira sem numerário
Cafetaria, vending e material pagam-se com o saldo do cartão: carregamentos online, limites de gasto para menores e zero caixa para conferir.
Eventos da comunidade
O torneio, a gala ou a festa de final de ano vendem-se à sua comunidade no seu canal, com prioridade para sócios se existir.
Gestão de sócios
Admissões, renovações e categorias de sócio com o seu histórico. A renovação apoia-se no uso real, não na intuição.
Assiduidade medida
Quem vem, quando e a quê: a ocupação real das instalações e das atividades, por faixas e por perfil.
Famílias e menores
Contas familiares com vários cartões, limites de gasto por filho e autorizações de recolha onde forem precisas.
O cartão do campus pode abrir a porta, pagar o café e encher o evento.
A comunidade que se mede gere-se; a que não, supõe-se
Um campus, uma escola ou uma associação vivem da recorrência da sua gente, e quase nenhum sabe verdadeiramente quem usa o quê. Quando o acesso, o gasto e os eventos passam pelo mesmo cartão, a direção deixa de decidir às cegas: sabe que instalações se enchem, que atividades morrem e que membros estão a arrefecer antes de saírem.
Um cartão, quatro sistemas a menos
Tudo o que a comunidade faz na sede, na mesma plataforma.
O que nos perguntam universidades e escolas
Serve para o acesso a instalações do campus?+
Sim: biblioteca, pavilhão, laboratórios ou residência com o mesmo cartão digital, cada um com o seu horário e a sua lotação. Se procura um ginásio ou um clube desportivo, isso tem página própria.
Os menores podem usar a carteira?+
Sim, com limites de gasto por filho definidos pela família e sem numerário pelo meio, que é justamente o que os colégios procuram.
Podemos vender os eventos só a sócios?+
Sim: prioridade ou exclusividade para sócios, e venda aberta se sobrar lotação. Tudo no vosso canal, não numa plataforma alheia.
Que dados vê a direção?+
Assiduidade por faixas e instalações, consumo, renovações e sócios que estão a arrefecer. Dados da própria comunidade, com o seu consentimento, na vossa plataforma.
É preciso hardware especial?+
Não necessariamente: o cartão funciona com QR no telemóvel. Onde já há torniquetes ou se quer NFC, integra-se com leitores compatíveis.
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