Desenhe o seu recinto uma vez e venda-o lugar a lugar
Um editor visual onde monta a sua sala, estádio ou tenda: zonas em pé, filas numeradas, camarotes e mesas. A planta que desenha é a que quem compra vê. Sem refazer a planta todas as épocas e sem pagar a terceiros por cada recinto novo.
A lotação decide-se numa folha de cálculo e vende-se às cegas.
Com plantas soltas
- A planta vive num PDF que nada sabe sobre as vendas
- Mudar uma fila obriga a refazer o mapa inteiro
- Cada recinto novo é mais um orçamento de um fornecedor externo
- Quem compra não vê onde se senta antes de pagar
- Os lugares acessíveis são tratados à parte
Com o editor de plantas
- A planta e o stock são a mesma coisa: o que se vende, vê-se
- Edita por camadas, com anular e refazer, sem começar do zero
- Modelos de teatro, arena, estádio, cinema e sala pequena
- Quem compra escolhe o lugar olhando para o mapa real
- Os lugares acessíveis estão marcados na própria planta
Um editor de recintos, não um visualizador de imagens
Editor visual por camadas
Monta o recinto arrastando zonas, filas e elementos. Camadas, propriedades por objeto e histórico completo de anular e refazer, como em qualquer editor de design.
Modelos por tipo de recinto
Começa por teatro, arena, estádio, cinema ou sala pequena e ajusta ao seu espaço, em vez de desenhar cada planta de raiz.
Numerado, em pé e misto
Filas e lugares numerados, zonas de lotação livre, camarotes e mesas na mesma planta. Quase todos os recintos reais são mistos.
Lugares acessíveis
Marca na planta os lugares para pessoas com mobilidade reduzida e os seus acompanhantes, e vende-os pelo mesmo canal que o resto.
Bloqueio em tempo real
Enquanto alguém está a escolher um lugar, esse lugar deixa de estar disponível para os restantes. O mapa atualiza por websocket, sem recarregar.
Uma planta, muitos eventos
Guarda o recinto uma vez e atribui-o a cada evento da época, mudando apenas preços e zonas abertas.
A planta deixa de ser um PDF e passa a ser o que vende.
Deixa de pagar por cada planta e de vender às cegas
Mandar montar a lotação a um fornecedor externo custa dinheiro e semanas, e o que recebe é uma imagem que nada sabe sobre as suas vendas. Aqui a planta é o stock: desenha o recinto, atribui-o aos eventos da época e vê no mesmo mapa o que está vendido e o que resta. Quando quem compra vê onde se vai sentar, decide mais depressa e devolve menos.
O mapa toca a venda, o acesso e a caixa
Não é uma ferramenta à parte: a planta alimenta tudo o que acontece a seguir.
O que nos perguntam sobre plantas de recinto
O mapa é em 3D?+
Não. Hoje tanto o editor como o mapa que quem compra vê são 2D interativos, com zoom, deslocação e seleção de lugar. A vista 3D e a pré-visualização a partir do lugar estão em estudo, e preferimos dizê-lo a mostrar algo que não vai encontrar na demonstração.
Posso misturar lugares numerados e zonas em pé?+
Sim. A mesma planta aceita filas numeradas, lotação livre, camarotes e mesas ao mesmo tempo, que é como funcionam quase todos os recintos reais.
Tenho de refazer a planta em cada evento?+
Não. O recinto é guardado uma vez e atribuído aos eventos que quiser; em cada um muda preços e que zonas abre.
E se duas pessoas escolherem o mesmo lugar?+
Não pode acontecer: enquanto alguém o tem selecionado fica bloqueado para os restantes, e os mapas dos outros atualizam de imediato.
Posso vender lugares para pessoas com mobilidade reduzida?+
Sim. São marcados na planta como lugares acessíveis, com os seus acompanhantes, e vendidos pelo mesmo canal que o resto.
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