Você deixa de ter compradores soltos e passa a ter um público
Cada pessoa que compra vira um perfil com o histórico de eventos, o gasto acumulado, a cidade e o status de consentimento. A partir daí você segmenta por regras e ativa esse público onde fizer campanha. Com a permissão de marketing como parte do dado, não como uma caixinha esquecida.
Você vende milhares de ingressos por ano e continua começando do zero em cada campanha.
Com a lista num CSV
- O mesmo comprador aparece cinco vezes com cinco e-mails parecidos
- Você não sabe quanto ele já gastou com você nem quando veio pela última vez
- O consentimento de marketing está em outro lugar, ou em lugar nenhum
- Toda campanha começa exportando um CSV e subindo o arquivo na mão
- O histórico da sua plataforma de ingressos anterior fica de fora para sempre
Com o CRM do produtor
- Um perfil por pessoa, com o e-mail normalizado e as compras unificadas
- Gasto total, número de pedidos e dias desde a última compra, sempre atualizados
- O consentimento vive no perfil e define para quem você pode escrever
- Os segmentos são definidos por regras e ativados sem exportar nada
- Dá para importar o seu público anterior por CSV ou de outra plataforma de ingressos
O público que você já pagou para conquistar, organizado
Perfil unificado
E-mail normalizado, cidade e país, origem do contato e histórico de eventos. As compras de uma mesma pessoa deixam de ser cinco linhas soltas.
Pontuação RFM
Cada perfil é classificado por quando comprou, de quanto em quanto tempo e quanto gastou. É a forma padrão de separar o seu público fiel de quem veio uma vez só.
Segmentos por regras
Combine recência, gasto total, número de pedidos, cidade, país, origem e consentimento com operadores de intervalo ou de lista. O segmento se atualiza sozinho.
Importação de público
Traga a sua base anterior por CSV ou pela API de outra plataforma de ingressos. O histórico que estava fora entra no perfil em vez de se perder.
Consentimento e RGPD
A permissão de marketing é um campo do perfil, com um fluxo para pedi-la de novo. Segmentar por “quem me deu permissão” é só mais uma regra.
Ativação na Meta
Conecte a sua conta de anúncios e o seu pixel e leve um segmento para a Meta como público. A campanha é feita em cima do seu público real, não de um interesse genérico.
O seu público é seu: quem é, o que comprou e se deu permissão para você escrever para ele.
O ativo que fica quando o evento acaba
Um produtor investe em campanha para lotar um evento e, quando o evento acaba, aquele dinheiro foi embora junto. O que sobra é saber quem veio, quanto pagou e se autorizou você a escrever para ele. Esse dado é o que faz o anúncio do ano que vem custar menos, porque em vez de comprar alcance frio você fala com gente que já pagou para ver você uma vez. É a diferença entre alugar público e ter o seu.
Se enche sozinho com o que você já vende
O perfil não é preenchido na mão: nasce de cada compra.
O que nos perguntam sobre o CRM
Os dados do meu público são meus?+
São. O perfil fica na sua conta de produtor e é construído com as suas vendas. Você pode importar a sua base anterior e trabalhar com ela por dentro.
Como se evita escrever para quem não quer?+
O consentimento de marketing é um campo do próprio perfil e pode ser usado como regra de segmento. Além disso, há um fluxo para pedi-la de novo a quem nunca deu.
Dá para trazer o público da minha plataforma anterior?+
Dá, com um assistente de importação por CSV ou pela API de outras plataformas de ingressos. É a primeira coisa que a maioria faz ao começar.
O que é a pontuação RFM?+
Uma classificação por recência, frequência e gasto. Serve para distinguir num relance quem vai a tudo, quem veio uma vez e quem está há um ano sem aparecer.
Dá para usar em campanhas?+
Dá: um segmento pode ir para a Meta como público e o seu pixel mede as conversões. A campanha é dirigida ao seu público, não a um interesse comprado.
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