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Tracking e atribuiçãoDisponível

Pare de dividir o orçamento às cegas entre canais

Você cria um link por campanha, por canal ou por pessoa, e cada um carrega as próprias UTMs e um código curto. Quando alguém compra, a venda fica atribuída àquele link: não só o clique, mas também os ingressos e os euros. A janela de atribuição é de 30 dias, então a compra que demora uma semana também conta.

O problema

Você sabe quanto gasta em cada canal. O que não sabe é qual deles vende.

Com os links feitos na mão

  • Alguém monta as UTMs numa planilha e cada campanha escreve as suas de um jeito
  • O Analytics te dá sessões, mas o dinheiro está na plataforma de ingressos
  • Aquele stories que bombou você não tem como provar que vendeu
  • O promoter diz que trouxe cem pessoas, e não dá para conferir
  • A Meta reporta um número de vendas, o seu painel reporta outro, e quem ganha é a Meta

Com o tracking integrado

  • O link é criado no painel, com a fonte e o meio já normalizados
  • O clique e a venda ficam no mesmo lugar: você vê euros, não sessões
  • Cada link tem os próprios cliques, os próprios ingressos e a própria taxa de conversão
  • Um link por promoter: dá para ver o que ele trouxe, sem virar discussão
  • Os pixels enviam a conversão pelo servidor, com o valor real
Os links

Um link para cada lugar onde você anuncia

Fonte e meio normalizados

Instagram, Facebook, TikTok, X, Google Ads, e-mail, promoters ou o seu próprio site; e o meio: stories, post, reel, CPC, newsletter, link da bio, afiliado. Tudo é escolhido em uma lista, então duas campanhas nunca saem escritas de jeito diferente.

UTMs padrão, geradas sozinhas

Cada link carrega as suas utm_source, utm_medium, utm_campaign e utm_content certinhas. O seu Analytics lê as UTMs do mesmo jeito de sempre; a diferença é que ninguém mais escreve nada na mão.

Link curto para a bio

Além da URL longa, cada link tem um código curto de oito caracteres. Serve para a bio do Instagram, para um QR num cartaz ou para uma mensagem onde não cabe um parâmetro.

Um link por promoter

O link pode ficar associado a uma pessoa específica. É o que transforma o “acho que ele vendeu bastante” num número, e o que alimenta a comissão dos seus promoters.

Atribuição de 30 dias

Quem clica hoje e compra na quinta-feira que vem continua contando para aquele link. O modelo é de último clique, que é o que todo mundo entende na hora de dividir o mérito.

Ativar e desativar

Um link é desativado quando a campanha acaba, sem apagar o que ele já trouxe. O histórico fica para comparar com a campanha do ano que vem.

A medição

O que você quer saber de verdade: quanto entrou

Cliques, vendas e euros

Por link: cliques, sessões únicas, pedidos, ingressos vendidos, receita e taxa de conversão. Além do último clique e da última venda, para ver se ele continua vivo.

O funil completo

Da visita à compra, com as quedas pelo caminho. É aí que dá para ver se o problema é que não chega gente ou se chega e não compra.

Pixels e APIs de conversão

Pixel da Meta com Conversions API, pixel do TikTok com Events API e conversões do Google Ads. A venda é enviada pelo servidor, não só pelo navegador.

Identificadores de clique

fbclid, ttclid e gclid são capturados quando alguém chega de um anúncio. É o que permite que a plataforma reconheça a própria venda e pare de reportar menos do que vendeu.

Sem guardar o IP

O IP é armazenado cifrado num hash, nunca em texto aberto, e os cliques expiram sozinhos. Medir não deveria obrigar você a acumular dados pessoais.

Comparar canais de verdade

Com a receita atribuída a cada link, comparar Instagram com Google Ads deixa de ser uma discussão de achismo e passa a ser uma tabela.

Cada ingresso vendido sabe de qual link veio.

Para o produtor

O orçamento de marketing deixa de ser uma aposta

A maioria dos produtores divide o investimento entre canais por intuição e pelo que aconteceu no ano passado, porque os números que têm não batem: a plataforma de anúncios puxa para si vendas que a equipe de promoters também reivindica, e no meio de tudo tem uma planilha. Quando cada link carrega a própria receita atribuída, a conversa muda: em vez de discutir de quem é a venda, você olha qual euro trouxe mais euros.

Encaixa na sua operação

Vai colado à venda, não num painel à parte

O clique e o euro são medidos no mesmo lugar.

IngressosA atribuição viaja com o pedido desde o primeiro clique.
PromotersO link por promoter é o que calcula a comissão dele.
AnalyticsA origem da venda, dentro do painel do evento.
CRMO canal de captação fica no perfil do comprador.
Perguntas frequentes

O que nos perguntam sobre o tracking

São UTMs normais ou algo de vocês?+

As duas coisas. O link carrega as UTMs padrão, que o seu Google Analytics lê como sempre, e ainda um parâmetro nosso, que é o que permite atribuir a venda e a receita, não só a sessão.

Quanto tempo dura a atribuição?+

Trinta dias a partir do clique, com modelo de último clique. Quem vê o seu anúncio na segunda e compra na quinta seguinte continua contando para aquele link.

Por que os meus números não batem com os da Meta?+

Porque a Meta atribui com o critério e a janela dela, e você, com os seus. O que ajuda mesmo é enviar a conversão pelo servidor com a API deles: a plataforma reconhece vendas que o navegador perde e a diferença diminui.

Posso dar um link para cada promoter?+

Pode, e é o uso mais comum. O link fica associado à pessoa, então o que ela trouxe aparece na ficha dela e serve direto para calcular a comissão.

Vocês guardam dados pessoais de quem clica?+

Não em texto aberto. O IP é guardado cifrado num hash e os registros de clique expiram sozinhos depois de um tempo. O que se conserva é a relação entre o link e a venda.

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