Venda a temporada inteira, não uma noite avulsa
Escolhe os eventos que entram, define um preço fechado e um stock. Quem o compra paga uma única vez e recebe um bilhete por cada data incluída, cada um com o seu próprio QR. À porta não muda nada: cada bilhete valida-se no seu evento, como sempre.
Cobra evento a evento a pessoas que já sabe que vão a todos.
A vender data a data
- O fã recorrente compra sete vezes e pode falhar em seis
- Recebe tarde: cada bilhete entra na semana do seu evento
- Não há forma de premiar quem vem a toda a temporada
- Os packs montam-se à mão e controlam-se numa folha de cálculo
- Se o pack existe, à porta é preciso procurar o nome numa lista
Com passes
- Uma decisão de compra em vez de sete
- Cobra a temporada antecipadamente, antes da primeira data
- O preço fechado é, em si mesmo, o prémio para quem repete
- O passe configura-se uma vez e vende-se como qualquer bilhete
- À porta cada data tem o seu QR: ninguém procura nada numa lista
Um produto novo sem tocar em nada do que já funciona
Escolha que eventos entram
Seleciona as datas que formam o passe. Podem ser toda uma temporada, um ciclo ou apenas o fim de semana grande do festival.
Preço fechado próprio
O passe tem o seu preço, independente da soma dos bilhetes avulsos. É aí que aplica o desconto que quiser dar a quem se compromete.
Stock do passe
Define quantos passes estão à venda e vê quantos já vendeu. A lotação de cada evento continua a ser a sua.
Um bilhete por data
Ao comprar, o passe converte-se num bilhete real por cada evento incluído, todos agrupados na mesma compra. Cada um com o seu QR.
Rascunho antes de publicar
O passe fica em rascunho enquanto o monta e só entra à venda quando o ativa. E pode desativá-lo sem o apagar.
A sua própria comissão
O passe leva a sua comissão configurável, fixa ou em percentagem, tal como um evento. O produto é diferente; as regras do dinheiro, as mesmas.
Um passe, vários eventos, um único pagamento. E um bilhete próprio para cada porta.
Cobrar em março o que acontece em outubro
O desfasamento de tesouraria de um promotor é sempre o mesmo: os cachets, a produção e a sala pagam-se meses antes de entrar o primeiro euro. Um passe inverte essa ordem, porque a receita de sete datas entra antes da primeira. E, pelo caminho, transforma o comprador pontual em alguém que já decidiu vir a toda a temporada, que é a conversão mais difícil e a mais rentável.
Vende-se, cobra-se e valida-se como tudo o resto
É um produto novo, não um sistema paralelo.
O que nos perguntam sobre os passes
O titular do passe mostra um único código em todas as datas?+
Não: recebe um bilhete por evento, cada um com o seu QR. É deliberado, porque assim o controlo de acessos não muda em nada e cada porta valida o que é seu.
Posso pôr o passe mais barato do que a soma dos bilhetes?+
Sim, o preço do passe é independente. Essa diferença é justamente o incentivo para que alguém se comprometa com a temporada inteira.
E se um dos eventos do passe for cancelado?+
O bilhete dessa data é um bilhete normal e gere-se como qualquer outro cancelamento, sem tocar no resto do passe.
Serve para um festival de vários dias?+
Sim. É o mesmo mecanismo: um passe de três dias são três eventos com o seu bilhete e a sua porta, vendidos como um só produto.
Posso limitar quantos passes vendo?+
Sim, o passe tem o seu próprio stock. É habitual lançar uma tiragem curta de passes como pré-venda antes de abrir a venda avulsa.
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