O dia do arranque de vendas não se ensaia. Ou aguenta, ou perde-se a digressão
Todas as datas da digressão num só painel: preços por cidade, lotação de pé e bancada sobre a planta real, bilhete nominativo contra a revenda e acerto separado por promotor local. Comissão por bilhete vendido. Sem custo de adesão nem mensalidade por data.
A digressão é uma, mas cada cidade monta-se como se fosse a primeira.
Com o ticketing clássico
- Cada data cria-se do zero, com os seus preços e a sua planta
- O arranque de vendas cai mesmo quando entram todos ao mesmo tempo
- Os bilhetes reaparecem revendidos ao triplo logo na primeira semana
- Cada promotor local acerta contas na sua folha e no seu calendário
- Os dados do público ficam na plataforma, não em sua casa
Com a plataforma de digressão
- Duplica a data, muda cidade, recinto e preços, e põe à venda
- O arranque passa por fila de espera e o sistema não cai
- Bilhete nominativo e QR dinâmico: a revenda de rua deixa de funcionar
- Cada data acerta em separado, com a sua repartição e o seu promotor
- O público da digressão fica na sua base, cidade a cidade
Da primeira data anunciada ao último acerto de contas
Uma digressão, todas as datas
Duplica uma data com toda a sua configuração e muda apenas cidade, recinto, lotação e preços. Doze cidades não podem custar doze montagens.
Um arranque que aguenta
Fila de espera e venda sob pressão para o minuto em que entram todos ao mesmo tempo. É o único momento do ano em que o sistema tem mesmo de aguentar.
Pé, bancada e pista
A planta real de cada recinto desenhada no editor de mapas: lugar numerado onde existe, lotação de pé por zonas onde não existe, e golden circle se o artista o pedir.
A revenda é sua
Bilhete nominativo e QR dinâmico contra a revenda de rua, e mercado de revenda controlada com as suas regras e a sua comissão quando uma data esgota.
Preço por cidade
Cada praça tem o seu mercado: preços diferentes por data, early bird por escalões e preços dinâmicos onde a procura o justifique.
Acerto por data
Cada concerto fecha com a sua bilheteira, os seus custos e a sua repartição com o promotor local. A digressão lê-se inteira e data a data.
Uma digressão são doze cidades e um só arranque de vendas. Não doze sistemas.
O público da digressão é seu, não da plataforma que a vendeu
Um promotor monta a digressão, arrisca o cachet e paga a publicidade; e quando termina, quem fica com a lista de quem comprou é a plataforma de bilhética. Aqui não: cada comprador de cada cidade entra na sua base, com o seu consentimento e o seu histórico. A digressão seguinte do mesmo artista não começa do zero em publicidade, começa por avisar os doze mil que já lá estiveram.
A digressão inteira num só sistema
Do anúncio nas redes ao fecho da última data.
O que nos perguntam os promotores de concertos
Aguenta um arranque de vendas com milhares de pessoas ao mesmo tempo?+
É para isso que existe a fila de espera: o público entra por ordem em vez de bater todos no mesmo segundo. É o cenário que mais testamos, porque é o que decide a digressão.
Posso ter preços diferentes em cada cidade?+
Sim. Cada data tem os seus preços, os seus escalões de early bird e a sua lotação, mesmo partilhando a configuração da digressão. E onde interessar, preços dinâmicos por procura.
Como travam a revenda especulativa?+
Bilhete nominativo e QR dinâmico, que expira e se regenera, por isso uma captura de ecrã revendida não entra. E se quiser que a revenda exista, que seja a sua: mercado controlado com as suas regras, o seu preço máximo e a sua comissão.
Serve para recintos sem lugar numerado?+
Sim. A lotação de pé gere-se por zonas com a sua capacidade, e combina-se com bancada numerada no mesmo recinto quando existe.
Como se acerta com o promotor local de cada cidade?+
Cada data é a sua própria unidade económica: bilheteira, custos e repartição. Fecha-se por concerto e vê-se agregada ao nível da digressão.
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